Servindo ao Rei

evaEnfim, hoje começamos o terceiro episódio de YVY. Com o título de Êxodo, esta história traz nossa protagonista, Eva, tentando ajudar o povo de uma redução jesuítico-guarani a escapar da fúria assassina de bandeirantes. A aventura começa com Eva vivendo um dos seus principais traumas.

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Fantástico colonial

Por Rafael

Em postagem anterior comentei sobre como alguns períodos históricos foram ou são aproveitados na constituição de produtos de entretenimento. Quero dizer, aqueles relacionados a mídia, cinema, quadrinhos ou literatura. Nesse sentido, temos séries e obras recheadas de samurais, vikings, cavaleiros, cowboys, etc.

YVY é uma série que quer explorar a época colonial do continente americano para esse fim. Sua ação decorre durante um período incerto, entre o final do século XVII e início do XVIII. Enquanto pensávamos e desenvolvíamos a nossa ideia, fomos tomando contato com trabalhos que já tinham buscado essa mesma linha. Um deles é A Bandeira do Elefante e da Arara.

De autoria do estadunidense radicado em Porto Alegre, Christopher Kastensmidt, o universo de A Bandeira do Elefante e da Arara tem como protagonistas uma insólita dupla, Gerard Van Oost e Oludara, um holandês e um africano de origem yorubá, que formam uma bandeira de dois indivíduos, eles mesmos, e vivem fantásticas aventuras nas selvas e cidades do Brasil colonial, conhecendo e/ou enfrentando criaturas místicas do folclore brasileiro.

A série é encontrada em forma de literatura, quadrinhos e RPG e é uma excelente maneira de conhecer elementos da história e cultura brasileira, pois se nota o primoroso trabalho de pesquisa realizado na sua elaboração. Tendo, inclusive, já sido utilizada em projetos de leitura em algumas escolas de Porto Alegre.

A nacionalidade do seu criador não parece interferir de forma alguma na construção da representação da vida dos habitantes do Brasil colonial, assim como os criadores de Tex também não eram dos EUA. Cenários e figuras interessantes existem no mundo inteiro e fora dele, basta um olhar distinto e criatividade.

Até uma próxima!

VISÕES

E chegamos na página de número 10 da nossa história, mais nove restam para conhecermos a conclusão dessa aventura, se é que ela vai concluir. Eva tenta usar o petynguá, cachimbo guarani, para chegar a uma visão do que está acontecendo com o gado da redução, bom ela não consegue, depois saberemos a razão.

Para o povo guarani, o uso do petynguá tem uma conotação sagrada, é um elo de ligação com o mundo espiritual. Não é o mesmo uso que o branco faz do ato de fumar. Aqui em YVY, uma série de ficção, procuramos respeitar a cultura desse povo nativo das Américas, mas queremos explorar o lado fantástico da realidade. Existem algum?

Para saber mais sobre o petynguá, clique aqui.

Episódio 1: A Redução – Página 9

USE AS SETAS, NA PARTE DE BAIXO, PARA NAVEGAR PELA HISTÓRIA.p9letras

A guarani Eva e o padre Juan Diego fazem um intercâmbio de conhecimentos. Será que isso aconteceria assim, de modo saudável na época? Não sabemos dizer, mas se nota que o dito padre não parece bem europeu.

Episódio 1: A Redução – Página 8

USE AS SETAS, NA PARTE DE BAIXO, PARA NAVEGAR PELA HISTÓRIA.

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A lenda do Chupacabras  parece ter surgido nos anos 90 do século XX, aqui em YVY, nós a adiantamos uns 200 anos.

Episódio 1: A Redução Página 6

USE AS SETAS EMBAIXO DA PÁGINA PARA NAVEGAR PELA HISTÓRIA

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Agora, Eva começa a conhecer o problema com os próprios olhos. Animais aparecendo mortos, com estranhas marcas, sem sangue… parece episódio do History Channel, não é? O que aguarda nossa heroína e seu amigo jesuíta?