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Eva, a protagonista

EvaQuem acompanha a série YVY já conheceu Eva, a nossa protagonista. Eva é uma moça guarani que cresceu na redução, tendo uma educação cristã, sendo tutelada de perto pelo jesuíta responsável pela missão, o Padre Antônio. Decepcionada pelo envio obrigatório de seu amado para servir à coroa espanhola na guerra, ela deixa a vida na redução e se embrenha na mata para encontrar seu avô, o velho Moreyra, um velho feiticeiro que vive só na floresta.

O visual da personagem tenta representar essa ruptura com o mundo europeu, por isso, ela não usa o tradicional vestido de algodão cru, vestimenta comum nas reduções jesuítico-guaranis. Em lugar disso, ela usa uma saia de couro, também comum, mas que empresta uma aparência menos cristã à personagem. Os demais acessórios, braceletes e joelheiras vêm nesse mesmo intuito, dando um ar mais “capa e espada” à nossa protagonista. Por fim, a vincha usada pelos habitantes dos pampas para amarrar os cabelos ao cavalgar e as botas de garrão de potro nos pés, que, para a nossa Eva, ganharam um desenho diferente.

Vestimenta indígena missioneira.

Vestimenta missioneira                    Fonte: http://www.sohistoria.com.br/ilustrada/ateguaraniticas/p5.ph

Para fazer a conexão com a sua herança guarani, acrescentamos uma pintura no rosto, que, segunda uma amiga antropóloga, é a mesma usada pelas mulheres desse povo. Apesar de sua ruptura com o modo de vida europeu, ela ainda mantém uma ligação com o seu passado na redução. é o semi-crucifixo que ela carrega no pescoço. Acompanhe a série e você descobrirá porque falta um braço à cruz, também descobrirá a origem da espada que ela carrega, a Espada de Iansã.

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Silêncio: Martin Scorcese e os jesuítas

Por Rafael.

carta do filme Silêncio

Fonte: http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQK7gV4wOuqoc1gey_zDlDdWCIQYFbFtdtt16DAi10PlQv6nfu6

A série YVY tem como cenário as missões jesuíticas no conesul da América. Por isso, o trabalho de pesquisa para a sua produção se debruçou um pouco sobre a história desses que eram considerados os soldados de Cristo, os jesuítas da Cia de Jesus. Nesse sentido, é preciso citar o filme Silêncio, do diretor Martin Scorcese, como um dos materiais pesquisados.

Já havia tomado conhecimento da aventura e o martírio dos padres jesuítas no longínquo Japão, ao ler o livro Viagem às Missões Jesuíticas e Trabalhos Apostólicos, outra referência usada na série YVY. Por isso, o filme me chamou a atenção quando foi lançado no Brasil, em 2017. Não se trata do filme mais aclamado do famoso diretor, mas tem o mérito de levantar fortes questões sobre fé e religião e, principalmente, sobre a importância, ou não, de se levar esse trabalho de conversão de outros à sua religião.

Nele, somos levados a nos horrorizar quanto à brutalidade com que o xogunato japonês do século XVII tratou aqueles que tentavam levar a influência estrangeira às suas terras. O protagonista do filme, o padre português Sebastião Rodrigues, interpretado por Andrew Garfield, se vê passando pelas mesmas dificuldades que os clandestinos cristãos primitivos passaram durante boa parte do império romano, tendo que viver fugindo e se escondendo, enfrentando torturas e martírios diversos. O silêncio, nesse caso, título do filme, pode dizer respeito ao modo como os cristãos japoneses deveriam viver para escapar da perseguição. Em silêncio. Mas o silêncio vai se manifestar no filme de muitos modos, o espectador que faça sua avaliação.

É bom lembar que violência em nome da religião também foi praticada largamente pelos cristãos, não só na idade média ou nas cruzadas. A Santa Inquisição que o diga.

De qualquer modo, a história dos jesuítas no Japão acabou inspirando um personagem da série YVY, você vai conhecê-lo no terceiro episódio, em fase de produção. Aguarde!

Até a próxima.

 

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Investigação Colonial

Dando continuidade às postagens sobre quadrinhos ambientados no Brasil colonial, desta vez, apresentamos a série Causos, de autoria de Eberton Ferreira, autor Gonçalense.

o demonio das matas

A série se passa no primeiro século da colonização portuguesa. Tendo como protagonista o bandeirante chamado Gonçalo, sempre seguido por seu inseparável companheiro, o tupiniquim Iberê. Os dois formam uma dupla de investigadores coloniais, detetives que atuam para solucionar estranhos crimes que começam a assolar a população da colônia portuguesa.

O ponto forte da série, na minha singela opinião, é a forma como o autor mescla, no seu universo, mitos e fatos históricos, criando interpretações muito interessantes para as origens de algumas lendas folclóricas que temos no Brasil. O roteiro é muito bem trabalho, mostrando a preocupação de costurar solidamente todos os pontos da trama. Não à toa, Eberton Ferreira ganhou o prêmio de melhor roteirista da ABRAHQ, em 2017.

Por enquanto, foram lançados 3 episódios da série. As revistas são produzidas em papel de boa qualidade e com capa colorida, ainda assim, o espírito fanzineiro da publicação é sentido em cada página. Tendo, seu autor, começado suas atividades nos quadrinhos no mundo do fanzine, como ele coloca na sua apresentação em Causos #1.

Conhece mais alguma publicação que siga essa mesma linha de ambientação? Escreva para nós.

Até a próxima!

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Fantástico colonial

Por Rafael

Em postagem anterior comentei sobre como alguns períodos históricos foram ou são aproveitados na constituição de produtos de entretenimento. Quero dizer, aqueles relacionados a mídia, cinema, quadrinhos ou literatura. Nesse sentido, temos séries e obras recheadas de samurais, vikings, cavaleiros, cowboys, etc.

YVY é uma série que quer explorar a época colonial do continente americano para esse fim. Sua ação decorre durante um período incerto, entre o final do século XVII e início do XVIII. Enquanto pensávamos e desenvolvíamos a nossa ideia, fomos tomando contato com trabalhos que já tinham buscado essa mesma linha. Um deles é A Bandeira do Elefante e da Arara.

De autoria do estadunidense radicado em Porto Alegre, Christopher Kastensmidt, o universo de A Bandeira do Elefante e da Arara tem como protagonistas uma insólita dupla, Gerard Van Oost e Oludara, um holandês e um africano de origem yorubá, que formam uma bandeira de dois indivíduos, eles mesmos, e vivem fantásticas aventuras nas selvas e cidades do Brasil colonial, conhecendo e/ou enfrentando criaturas místicas do folclore brasileiro.

A série é encontrada em forma de literatura, quadrinhos e RPG e é uma excelente maneira de conhecer elementos da história e cultura brasileira, pois se nota o primoroso trabalho de pesquisa realizado na sua elaboração. Tendo, inclusive, já sido utilizada em projetos de leitura em algumas escolas de Porto Alegre.

A nacionalidade do seu criador não parece interferir de forma alguma na construção da representação da vida dos habitantes do Brasil colonial, assim como os criadores de Tex também não eram dos EUA. Cenários e figuras interessantes existem no mundo inteiro e fora dele, basta um olhar distinto e criatividade.

Até uma próxima!

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APP YVY

capa do app yvy

Já havíamos anunciado, no mês passado, o lançamento do app de YVY, facilitando o acompanhamento da série para quem gosta de praticar a leitura em telas de celulares. Hábito cada vez mais comum nessa era tecnológica em que vivemos. A novidade é que, agora,  o app está disponível em mais de uma plataforma. Além do google play, também é possível fazer o download gratuito na loja da Amazon, basta clicar aqui 

O app é gratuito e em língua portuguesa. Não perde.

 

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Quadrinhos no Celular! Outra forma de ler YVY

Por Rafael

Investindo ainda no formato digital, esta semana inauguramos uma nova opção para os leitores e leitoras acompanharem a série YVY. Para quem está acostumado a ler no celular ou tablet, agora é possível baixar o aplicativo de YVY e instalar no seu aparelho. O primeiro episódio, A Redução, está disponível completo e quem ainda não o leu no site, pode experimentar essa nova experiência de leitura. O segundo episódio, O Dia da Caça, está em andamento, acompanhando o mesmo ritmo do site, toda semana uma página nova. O aplicativo é gratuito e pode ser encontrado no Google play. Aqui você tem uma prévia do visual do aplicativo no seu celular.

YVY no celular  app de YVYquadrinhos no celularyvy na tela do celular

 

 

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O Processo de uma História em Quadrinhos

Por Ricardo Fonseca.

Saudações companheiros que acompanham nossa série YVY- Mistérios da Terra! Hoje vou falar um pouco sobre o processo de criação de O Dia da Caça.

Eu e o meu parceiro nesta segunda jornada pelo universo da Eva, Rafael Martins da Costa, começamos a pensar no argumento desta história no início de 2016, reunimos referências para cenários e personagens, debatemos o roteiro e possíveis desdobramentos futuros da trama, até chegarmos ao story board (rafes do roteiro ilustrado) definitivo.

ruínas de cemitério

Exemplos de imagens conceituais para criação das páginas.

São Miguel das Missões

Exemplos de imagens conceituais para criação das páginas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O meu processo para desenhar O Dia da Caça seguiu as seguintes etapas;

1.Desenho à lápis das páginas em tamanho A3, procurando valorizar a expressividade das linhas e traços.

página à lápis.

Esboço à lápis da página 2 – O Dia da Caça

2.Digitalização das páginas (scanner), transformação dos tons cinza do grafite em azul e impressão das páginas resultantes em formato A4.

página em azul

A transformação do desenho em tons azuis facilita o processo de finalização das páginas para a arte-final.

  1. Na arte-final das páginas usei canetas de nanquim descartável (0,2 e 0,4) e em alguns áreas de maior preenchimento, canetas pitt e pilot.
página finalizada com caneta

 As páginas A4 arte-finalizadas são novamente scaneadas e digitalmente removem-se os tons de azul para a aplicação textos e balões.

Em linhas gerais este foi o processo de desenho da história. Argumento, roteiro, storyboard, esboços à lápis e arte final à caneta.

Boa leitura e até a próxima!

 

 

 

 

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Por que webcomics?Aonde elas podem chegar?

Por Rafael

Nos últimos anos tem ganhado relevância, no mundo dos quadrinhos, um formato de publicação típico da nossa era tecnológica/informacional, estou falando das chamadas webcomics, webquadrinhos ou ,simplesmente, quadrinhos pela internet. Podemos dizer que são histórias em quadrinhos publicadas nas plataformas de internet, como blogs, websites, facebook, twitter, etc. Atualmente, são incontáveis os títulos e personagens lançados na rede mundial de computadores. Tentando acompanhar essa tendência, lançamos YVY – Mistérios da Terra, em março de 2017.

Certamente, uma inspiração para essa iniciativa foi a explosão do fenômeno O Doutrinador. Esta já clássica história em quadrinhos (HQ) começou a chamar a atenção durante as chamadas Jornadas de Junho, em junho de 2013, fazendo história juntamente com o povo nas ruas. Nesse período, o facebook era inundado por fotos de manifestantes tomando as ruas por todo o Brasil, confrontos com a polícia, repressão, pessoas golpeadas, vidraças quebradas, etc. tudo isso fazia parte do cardápio diário dos usuários dessa rede social. Em meio a esse turbilhão de imagens, ganharam destaque páginas de uma HQ, atualizada semanalmente, que traziam um personagem todo de preto, capuz, camiseta de rock, máscara de gás, armas e acessórios militares. Se a justiça não era possível nas ruas ou no congresso nacional, nas páginas de O Doutrinador, o leitor poderia acompanhar políticos e empresários corruptos encontrando um fim digno para eles. Com a imensa repercussão de seu trabalho, seu autor, Luciano Cunha, começa a busca de viabilizar seu projeto com a venda de camisetas, prints, a versão impressa da HQ e a versão digital. Em 2018 seu personagem ganhará as telas do cinema. Quem sabe, este seja o mais bem sucedido projeto de quadrinhos que começou pela internet, ao menos no Brasil.

Outros exemplos de webcomics brasileiras que parecem ter se viabilizado de maneira satisfatória, porém navegando pelo gênero cartum/tirinhas, são os Quadrinhos Ácidos e o Willtirando , criadas, respectivamente, por Pedro Leite e Will Leite. Através da excelente resposta do público, com milhares de compartilhamentos e inscritos em redes sociais, seus autores puderam investir em várias áreas, desde comercialização de produtos com a estampa dos seus personagens, livros impressos, livros digitais, até arrecadação em plataformas de crowdfunding. Parece haver muitas possibilidades para quem tem um projeto original de quadrinhos.

Ainda temos outros projetos como a personagem Valkíria, de Alex Mir e Alex Genaro, que tem suas histórias publicadas na plataforma petisco, ou o site Outros Quadrinhos, onde por exemplo, temos a HQ Contos do Cão Negro. Ambas ganharam suas versões impressas e conquistaram boa aceitação de público, mas a intenção desse texto não é fazer uma longa lista de títulos e personagens brasileiros, portanto, saiamos do país, por um momento, e vamos conhecer outras webcomics pelo mundo.

A menos que esteja enganado, parece ser no exterior, Estados Unidos e Europa, que temos uma repercussão maior dos projetos de quadrinhos pela internet. Existem centenas de títulos, que podemos encontrar em websites quem fazem um “ranqueamento” das webcomics mais populares, tipo um top 100 ou top 50. Um dos mais populares é o Spying With Lana, dos Estados UnidosEssa HQ tem como personagem central Lana, uma agente secreta sensual que, usando muito pouca roupa, se envolve nas missões mais estapafúrdias possíveis. Mesclando humor e erotismo, essa webcomic angariou milhares de seguidores e parece dar um bom retorno a seu autor, Sean Harrington.

Também dos Estados Unidos, venho a série Mag Na Mell. Com centenas de seguidores, esse projeto se fundamenta non folclore irlandês e apresenta, ao leitor, um mundo habitado por brinquedos que seguem suas vidas a partir de onde parou a fantasia de seus donos. Enviei uma fanart para a autora, Emily Rhain Andrews, que em retribuição me mandou alguns dos produtos com que ela trabalha no seu site, como diversos impressos e objetos dos personagens do universo criado por ela. Confira as imagens abaixo:

mag na mell key ring

mag na mell prints

 

 

 

 

 

mag na mell print

Na Europa, um título muito popular se chama El Vosque . Como sugere o título, a HQ é recheada dos ícones ligados ao imaginário europeu dos bosques, como elfos, druidas, fadas e animais falantes. Com um estilo próximo do Mangá, essa série é publicada na sua homepage em dois idiomas; espanhol e inglês, possui uma loja virtual com livros impressos e camisetas e um link para a plataforma de crowdfunding chamada Patreon, tudo indica que é um projeto rentável.

No universo hispano hablante, existe uma plataforma, meio rede social, chamada Subcultura. Fazendo o registro, você ganha um perfil, onde pode postar suas páginas de HQ, artes avulsas e textos. Também pode se relacionar com os demais autores, curtindo, “faneando”, comentando, compartilhando, etc. É uma rede muito rica para travar relações no campo das webcomics. Foi feito um perfil de YVY nessa plataforma e a ideia é explorar ao máximo seu potencial.

As webcomics chegarão a substituir as HQs impressas? Quem pode saber? Quais serão as formas de leitura do futuro? São coisas difíceis de antecipar, mas algo que acredito ser possível de dizer é que a internet facilitou um pouco o trabalho dos autores e autoras. Divulgando de maneira própria seu trabalho e para um público amplo, podendo travar relação direta com leitores, um caminho promissor se abre para quem quer fazer quadrinhos na internet e não dispõe de muitos recursos financeiros para iniciar uma publicação. Este é um pouco do caminho que pretendemos percorrer com YVY, carregando um pouco da História e cultura local em que seus autores estão imersos, no sul do Brasil, contando histórias interessantes e esperando fazer jus ao apoio do público.

 

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O Dia da Caça!

No dia 7 de agosto irá ao ar a primeira página do segundo episódio de YVY – Mistérios da Terra. Esta história, toda em preto e branco, apresentará um clima mais pesado e um aspecto mais sombrio da personalidade da nossa heroína, Eva, que terá de enfrentar a crueldade de um grupo de bandeirantes, caçadores de gente. E ela não será menos cruel. A inconfundível arte de Ricardo Fonseca, desenhista portoalegrense que também assina as capas da série, nos conduzirá por essa história. Para conhecer mais desse artista clique aqui.

Confirme presença no evento do facebook, para não perder o início da história, clicando aqui.

página de quadrinhos

Uma das páginas da história.

capa de quadrinhos

Capa do segundo episódio. Arte de Ricardo Fonseca

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Visita a Retomada Guarani

Casa guarani

Por Rafael

A série YVY se inspira na história e cultura do povo guarani, cujo território ocupava uma larga mancha territorial no que hoje é considerado o centro-sul do Brasil, nordeste da Argentina, Paraguai e sudeste da Bolívia. Atualmente, esse povo vive espalhado por diferentes aldeias e nas margens das rodovias, ocupando pequenos e pobres espaços. No Rio Grande do Sul, como em outras partes, a luta pelo direito ao seu território e cultura nunca parou.

Fogo de chão

No último sábado, 15/07, fiz uma visita à chamada Retomada, uma ocupação realizada por um grupo de famílias mbyá-guarani em terras do que era a extinta FEPAGRO, Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Sul.
Fui acompanhado de minha esposa, Daniela, e minha filha Moema. Havia feito contato com o cacique André Benites, através da internet. O único meio de comunicação de que dispõe a aldeia é o celular do cacique, que é carregado através de uma placa solar, presente de apoiadores da Retomada. O sinal de telefone na área é muito ruim, então, fazer esse contato não foi algo muito fácil. Mas, no fim das contas, consegui falar com o cacique, e marquei essa visita. Reunimos, entre amigos, algumas roupas e cobertores para levar como doação. Não foi muita coisa, mas melhor do que nada e os guarani receberam de muito bom grado.

Galinhas pelo pátio da aldeia

Na entrada da antiga FEPAGRO fomos recebidos por três jovens guarani, um menino e duas moças, que nos ajudaram a carregar as sacolas até o local da Retomada. Foi uns quarenta minutos de caminhada por uma trilha, no interior da mata, um pedaço da exuberante Mata Atlântica. Ao chegar, encontramos o povo sentado em círculo, em volta de uma fogueira. Conversavam em guarani, tomavam chimarrão, fumavam seus cachimbos petynguá, crianças brincavam em volta. Fomos recepcionados pelo cacique André Benites que nos contou um pouco da situação, mas principalmente nos falou que, ali, estavam contentes, viviam tranquilamente o seu modo de vida e agradeceram muito nosso interesse em ajudá-los, para eles, todo apoio é bem vindo.

Povo em volta do fogo

A série YVY não pretende fazer um trabalho científico ou antropológico, também não deseja “representar” a cultura guarani, mas procuramos respeitar a história desse povo e, na medida do possível, apoiar essa luta. Agora, o que podemos fazer é isso, quem sabe o que nos reserva o futuro. Outras visitas ocorrerão. Máximo respeito à Retomada guarani de Maquiné!

 

 

Para saber mais, acesse o blog dos apoiadores da Retomada clicando aqui.